17 de novembro de 2004. Essa foi a data do meu último post. Eu tava falando que o Campeonato Brasileiro não me empolgou. Vou fazer um negócio aqui, porque pretendo voltar a escrever minhas idéias inúteis. Mas, o que aconteceu de lá pra cá?
O Campeonato Brasileiro acabou. O Atlético-PR ia ganhar, mas deu Santos.
Sei lá se a Fórmula 1 já tinha acabado naquela época. O Schumacher ganhou. Esse ano ta mais interessante. Hoje teve corrida, o Montoya ganhou, o Alonso ficou em segundo. Só se todo o azar do Raikkonen passar pra ele dá pra perder o campeonato.
Teve campeonatos estaduais, o São Paulo ganhou.
Acabou a Champions League, o Liverpool ganhou.
Teve Copa do Brasil. O pequeno do estado de São Paulo venceu o grande do Rio de Janeiro. Paulista de Jundiaí vence o Fluminense na final.
Teve Libertadores da América, o São Paulo ganhou. Em dezembro tem mundial, com São Paulo, Liverpool e mais uns times aí.
A seleção brasileira ganhou a Copa das Confederações numa puta final com a Argentina. Hoje teve jogo da eliminatória da Copa. Até o fechamento desta edição o primeiro tempo ia começar e tava quatro a zero pro Brasil, jogo contra o Chile. O Brasil está na Copa.
Vamos ver se eu tenho paciência pra levar isso pra frente.
domingo, setembro 04, 2005
quarta-feira, novembro 17, 2004
Campeonato Brasileiro
Não falei nada sobre o Brasileirão durante todo o campeonato. Tudo bem que o blog foi fundado já no fim do primeiro turno. Certa vez pensei em fazer um post para cada rodada, mas deixei pra lá. O campeonato não me empolgou a esse ponto.
Não porque meu time, o São Paulo esteja quase fora da disputa pelo título com cinco rodadas para o final. Em certo momento o time embalou, ganhou uma série de partidas, subiu alguns degraus na classificação, mas nem nesse momento me animei a escrever.
Vou deixar esse tópico assim. Talvez no final eu faça um comentário sobre o campeão.
Não porque meu time, o São Paulo esteja quase fora da disputa pelo título com cinco rodadas para o final. Em certo momento o time embalou, ganhou uma série de partidas, subiu alguns degraus na classificação, mas nem nesse momento me animei a escrever.
Vou deixar esse tópico assim. Talvez no final eu faça um comentário sobre o campeão.
Copa dos Campeões da UEFA (update)
Meu penúltimo post foi sobre a Copa dos Campeões da UEFA, no qual eu falei sobre a metade da primeira rodada. Agora, o campeonato já está na quarta e só faltam mais duas. Nesses jogos, que eu acabei vendo poucos, recordo o Adriano acabando com o jogo contra o Valência; Ronaldinho vencendo Kaká no duelo contra o Milan; e de ficar puto com os jogos bestas que o Arsenal não ganhou do Panatinaikos.
O campeonato tem três times com 100% de aproveitamento: Juventus e Chelsea com quatro vitórias e Anderlecht com quatro derrotas. O Porto, atual campeão é lanterna do grupo H, mas ainda tem chances de ir à próxima fase. De resto, tudo corre mais ou menos normalmente.
Vou tentar acompanhar os próximos jogos e a fase eliminatória mais de perto, ou pelo menos postar com freqüência maior. Update da classificação:
Grupo A
Olympiakos - 7
Liverpool - 7
Monaco - 6
La Corunha - 2
Grupo B
Dynamo Kiev - 7
Real Madrid - 7
Bayer Leverkusen - 7
Roma - 1
Grupo C
Juventus - 12
Bayern Munique - 6
Ajax - 3
M. Tel-Aviv - 3
Grupo D
Lyon - 10
Manchester United - 8
Fenerbahçe - 3
Sparta Praga - 1
Grupo E
PSV - 9
Arsenal - 6
Panathinaikos - 5
Rosemborg - 1
Grupo F
Milan - 9
Barcelona - 9
Shakhtar Donetsk - 3
Celtic - 3
Grupo G
Internazionale - 10
Werder Bremen - 9
Valencia - 4
Anderlecht - 0
Grupo H
Chelsea - 12
CSKA - 4
PSG - 4
Porto - 2
O campeonato tem três times com 100% de aproveitamento: Juventus e Chelsea com quatro vitórias e Anderlecht com quatro derrotas. O Porto, atual campeão é lanterna do grupo H, mas ainda tem chances de ir à próxima fase. De resto, tudo corre mais ou menos normalmente.
Vou tentar acompanhar os próximos jogos e a fase eliminatória mais de perto, ou pelo menos postar com freqüência maior. Update da classificação:
Grupo A
Olympiakos - 7
Liverpool - 7
Monaco - 6
La Corunha - 2
Grupo B
Dynamo Kiev - 7
Real Madrid - 7
Bayer Leverkusen - 7
Roma - 1
Grupo C
Juventus - 12
Bayern Munique - 6
Ajax - 3
M. Tel-Aviv - 3
Grupo D
Lyon - 10
Manchester United - 8
Fenerbahçe - 3
Sparta Praga - 1
Grupo E
PSV - 9
Arsenal - 6
Panathinaikos - 5
Rosemborg - 1
Grupo F
Milan - 9
Barcelona - 9
Shakhtar Donetsk - 3
Celtic - 3
Grupo G
Internazionale - 10
Werder Bremen - 9
Valencia - 4
Anderlecht - 0
Grupo H
Chelsea - 12
CSKA - 4
PSG - 4
Porto - 2
quarta-feira, setembro 15, 2004
Copa dos Campeões da Europa - primeira rodada
Começou ontem a Copa dos Campeões da Europa, o maior campeonato interclubes de futebol. Por toda a temporada os melhores times do velho continente vão jogar para saber qual deles é o melhor.
A fórmula de disputa mudou, está mais parecida com a Taça Libertadores da América, mais bem organizada, é claro. Até a temporada passada, após a primeira fase com oito grupos de quatro times, formavam-se mais quatro grupos de quatro equipes. Depois, a fase eliminatória a partir das quartas-de-finais. Agora, a segunda fase de grupos dá lugar á fase eliminatória de oitavas-de-finais. O que encurta o campeonato um bocado. Parece que o calendário não é apertado só aqui.
A diversão da Champions League está na imensa quantidade de times bons. Tanto que na maioria das vezes os maiores favoritos caem e vencem aqueles desacreditados. O últimos foi assim, uma final entre Porto e Mônaco. Que eliminaram na semi-final, respectivamente, Milan e Chelsea. O Chelsea por sua vez eliminou o Arsenal, hoje, invicto por mais de 50 jogos no campeonato inglês.
Os primeiros jogos foram: Arsenal x 0 PSV; Panathinaikos 2 x 1 Rosenborg; Celtic 1 x 3 Barcelona; Shakhtar Donetsk 0 x 1 Milan, Internazionale 2 x 0 Weder Bremen; Valencia 2 x 0 Anderlecht; Porto 0 x 0 CSKA Moscou; PSG 0 x 3 Chelsea.
Hoje, mais oito jogos. Diversão pura.
A fórmula de disputa mudou, está mais parecida com a Taça Libertadores da América, mais bem organizada, é claro. Até a temporada passada, após a primeira fase com oito grupos de quatro times, formavam-se mais quatro grupos de quatro equipes. Depois, a fase eliminatória a partir das quartas-de-finais. Agora, a segunda fase de grupos dá lugar á fase eliminatória de oitavas-de-finais. O que encurta o campeonato um bocado. Parece que o calendário não é apertado só aqui.
A diversão da Champions League está na imensa quantidade de times bons. Tanto que na maioria das vezes os maiores favoritos caem e vencem aqueles desacreditados. O últimos foi assim, uma final entre Porto e Mônaco. Que eliminaram na semi-final, respectivamente, Milan e Chelsea. O Chelsea por sua vez eliminou o Arsenal, hoje, invicto por mais de 50 jogos no campeonato inglês.
Os primeiros jogos foram: Arsenal x 0 PSV; Panathinaikos 2 x 1 Rosenborg; Celtic 1 x 3 Barcelona; Shakhtar Donetsk 0 x 1 Milan, Internazionale 2 x 0 Weder Bremen; Valencia 2 x 0 Anderlecht; Porto 0 x 0 CSKA Moscou; PSG 0 x 3 Chelsea.
Hoje, mais oito jogos. Diversão pura.
segunda-feira, agosto 30, 2004
Acabou
Das olimpíadas que aconteceram desde que eu nasci, a que acabou hoje foi a que mais me marcou. Na verdade das outras eu me lembro muito pouco. Em Los Angeles eu tinha dois anos e evidentemente não me lembro de nada; em Seul eu tinha seis e me lembro um pouco da cerimônia de abertura, de Aurélio Miguel e da minha catapora; de Barcelona lembro da flecha acendendo a pira e da seleção de vôlei masculino; de Atlanta lembro de Mohammed Ali acendendo a pira e da final brasileira do vôlei de praia feminino; de Sydney só me lembro da pira acendendo ao redor da atleta e subindo.
Em Atenas, a pira foi o de menos. Nos primeiros dias, algumas chances de medalha se foram, com Gustavo Kuerten saindo na primeira rodada do tênis (ao menos, perdeu para o campeão do torneio). No entanto, vieram bronzes inesperados e faltaram as medalhas esperadas de nossos judocas. A natação se despediu de Gustavo Borges. O bi-campeonato de Robert Scheidt na classe laser da vela.
Depois alguns dias de jejum, com algumas decepções no meio. Um país inteiro assistindo uma prova de ginástica artística, que não deu em nada. Uma derrota na semifinal do vôlei feminino que vai ficar engasgada por quatro anos.
Mas então vieram as finais mais esperadas. O vôlei de praia feminino ficando com a prata esperada e o masculino com o ouro esperado. O futebol feminino ficando com uma prata que devia ser ouro. Rodrigo Pessoa e Baloubet du Rouet ganhando uma prata que não era pra ser.
Então, outro bi-campeonato na vela, agora na classe star, com Torben Grael e Marcelo Ferreira. Mais do que isso, Torben se tornou o maior atleta olímpico brasileiro de todos os tempos. É pouco, quer mais? Ele é o maior atleta da vela olímpica.
Mas faltava o último dia ainda. Para começar, uma olimpíada cheia de bis, viu o vôlei masculino ganhar o segundo ouro, além manter a Itália na fila. Depois os brasileiros conheceram o taekwondo, com o quase bronze de Natália Falavigna. Para finalizar, Vanderlei Cordeiro de Lima quase leva o ouro na maratona.
E provavelmente só não ganhou por causa da estupidez de um espectador que invadiu a pista e derrubou Vanderlei no chão. Mesmo assim, ele se levantou e ganhou o bronze. Também será premiado com a medalha Barão Pierre de Coubertain pelo espírito esportivo, que apenas ele e mais um atleta em todo o mundo já ganharam.
Isso para falar apenas do Brasil...
O mundo conheceu Michael Phelps, que ganhou oito medalhas, sendo seis de ouro. Se ele fosse um país e estivesse no quadro de medalhas, chegaria em 16º lugar. No basquete, os americanos foram superados pelos argentinos na semifinal e não ganharam o ouro. Por outro lado, a Argentina ganhou ouro pela primeira vez em 52 anos.
Na verdade, os argentinos ganharam dois dos mais cobiçados ouros pelo Brasil: basquete masculino e, claro, futebol.
Em Atenas, a pira foi o de menos. Nos primeiros dias, algumas chances de medalha se foram, com Gustavo Kuerten saindo na primeira rodada do tênis (ao menos, perdeu para o campeão do torneio). No entanto, vieram bronzes inesperados e faltaram as medalhas esperadas de nossos judocas. A natação se despediu de Gustavo Borges. O bi-campeonato de Robert Scheidt na classe laser da vela.
Depois alguns dias de jejum, com algumas decepções no meio. Um país inteiro assistindo uma prova de ginástica artística, que não deu em nada. Uma derrota na semifinal do vôlei feminino que vai ficar engasgada por quatro anos.
Mas então vieram as finais mais esperadas. O vôlei de praia feminino ficando com a prata esperada e o masculino com o ouro esperado. O futebol feminino ficando com uma prata que devia ser ouro. Rodrigo Pessoa e Baloubet du Rouet ganhando uma prata que não era pra ser.
Então, outro bi-campeonato na vela, agora na classe star, com Torben Grael e Marcelo Ferreira. Mais do que isso, Torben se tornou o maior atleta olímpico brasileiro de todos os tempos. É pouco, quer mais? Ele é o maior atleta da vela olímpica.
Mas faltava o último dia ainda. Para começar, uma olimpíada cheia de bis, viu o vôlei masculino ganhar o segundo ouro, além manter a Itália na fila. Depois os brasileiros conheceram o taekwondo, com o quase bronze de Natália Falavigna. Para finalizar, Vanderlei Cordeiro de Lima quase leva o ouro na maratona.
E provavelmente só não ganhou por causa da estupidez de um espectador que invadiu a pista e derrubou Vanderlei no chão. Mesmo assim, ele se levantou e ganhou o bronze. Também será premiado com a medalha Barão Pierre de Coubertain pelo espírito esportivo, que apenas ele e mais um atleta em todo o mundo já ganharam.
Isso para falar apenas do Brasil...
O mundo conheceu Michael Phelps, que ganhou oito medalhas, sendo seis de ouro. Se ele fosse um país e estivesse no quadro de medalhas, chegaria em 16º lugar. No basquete, os americanos foram superados pelos argentinos na semifinal e não ganharam o ouro. Por outro lado, a Argentina ganhou ouro pela primeira vez em 52 anos.
Na verdade, os argentinos ganharam dois dos mais cobiçados ouros pelo Brasil: basquete masculino e, claro, futebol.
terça-feira, agosto 17, 2004
A não-cobertura olímpica
As olimpíadas estão aí a todo o vapor e eu ainda não escrevi uma linha sequer sobre os jogos. Não que eu não queira, ou que não esteja acompanhando. O negócio é que faltam duas coisas: tempo e inspiração.
Não é tão essencial inspiração, escrever sobre esporte é simples. O que falta mesmo é tempo, melhor, tempo em casa. Alguns podem até agradecer, assim eu não fico escrevendo todas aquelas idiotices sobre o calendário do futebol.
O negócio é que eu ando acompanhando as competições da seguinte maneira: futebol feminino na quinta-feira babando no sofá de casa, antes de sair pra aula; cerimônia de abertura sexta-feira pelo rádio, a caminho de casa; vôlei feminino numa festa; judô masculino depois da festa; futebol feminino no sábado almoçando num restaurante; handebol masculino de volta à mesa do restaurante depois de nossas visitas aos cinemas do centro de São Paulo; judô masculino logo depois de acordar no domingo de manhã, logo depois, tênis, natação, mais judô e por aí vai.
É uma pena que eu não possa dedicar às olimpíadas todo o tempo que ela merece, todo o espaço do meu blog. De repente aparece um post aqui e outro ali, como esse. Provavelmente quando aparecerem mais medalhas.
A saga começou hoje. Leandro Guilheiro ganhou a primeira medalha, de bronze, para o Brasil, no judô. Não vi todas as sete lutas, só a última. O que me deixou indignado foi a derrota que tirou o brasileiro da disputa do ouro. Pela reportagem que vi, quem não combateu foi o francês, mas Leandro é quem foi punido. Enfim, fazer o que?
Não é tão essencial inspiração, escrever sobre esporte é simples. O que falta mesmo é tempo, melhor, tempo em casa. Alguns podem até agradecer, assim eu não fico escrevendo todas aquelas idiotices sobre o calendário do futebol.
O negócio é que eu ando acompanhando as competições da seguinte maneira: futebol feminino na quinta-feira babando no sofá de casa, antes de sair pra aula; cerimônia de abertura sexta-feira pelo rádio, a caminho de casa; vôlei feminino numa festa; judô masculino depois da festa; futebol feminino no sábado almoçando num restaurante; handebol masculino de volta à mesa do restaurante depois de nossas visitas aos cinemas do centro de São Paulo; judô masculino logo depois de acordar no domingo de manhã, logo depois, tênis, natação, mais judô e por aí vai.
É uma pena que eu não possa dedicar às olimpíadas todo o tempo que ela merece, todo o espaço do meu blog. De repente aparece um post aqui e outro ali, como esse. Provavelmente quando aparecerem mais medalhas.
A saga começou hoje. Leandro Guilheiro ganhou a primeira medalha, de bronze, para o Brasil, no judô. Não vi todas as sete lutas, só a última. O que me deixou indignado foi a derrota que tirou o brasileiro da disputa do ouro. Pela reportagem que vi, quem não combateu foi o francês, mas Leandro é quem foi punido. Enfim, fazer o que?
terça-feira, julho 27, 2004
Talvez não esteja tão longe
Fui surpreendido por duas vezes e parece que eu não estou tão enganado quanto as minhas opiniões em relação à nova organização dos campeonatos continentais. Na verdade fui surpreendido duas vezes na mesma notícia, que até pareciam duas.
A notícia da Reuters, que li no site da Copa do Mundo/ Yahoo! afirmava que a Austrália, em carta ao presidente da Conmebol, Nicolas Leoz, havia pedido uma das vagas para a próxima Copa América, que será disputada em 2007, na Venezuela.
O chefe-executivo (isso mesmo, não é um presidente) da Associação Australiana de Futebol, John O’Neill, afirmou que não havia feito o pedido e que, se alguma carta foi enviada, não foi com o consentimento da entidade.
Além disso, O’Neill esteve na China, onde assistiu a partida de abertura da Copa da Ásia. Afirmou que faz muito mais sentido se aproximar dos vizinhos mais próximos do que da América do Sul.
Leoz, por sua vez, não acenou com resposta alguma, positiva ou negativa. Afirmou sim, que pretende aumentar a Copa América, talvez um torneio único com a Concacaf. Em contrapartida, acha difícil conciliar 40 seleções de uma confederação com as dez da outra.
O negócio é que todo dirigente das bandas daqui parecem ter a mesma cabecinha. Leoz acha que seria necessário um torneio classificatório entre as seleções do Caribe. Por que não todos no mesmo balde?
Cara, só penso nisso, acho que estou ficando bitolado.
A notícia da Reuters, que li no site da Copa do Mundo/ Yahoo! afirmava que a Austrália, em carta ao presidente da Conmebol, Nicolas Leoz, havia pedido uma das vagas para a próxima Copa América, que será disputada em 2007, na Venezuela.
O chefe-executivo (isso mesmo, não é um presidente) da Associação Australiana de Futebol, John O’Neill, afirmou que não havia feito o pedido e que, se alguma carta foi enviada, não foi com o consentimento da entidade.
Além disso, O’Neill esteve na China, onde assistiu a partida de abertura da Copa da Ásia. Afirmou que faz muito mais sentido se aproximar dos vizinhos mais próximos do que da América do Sul.
Leoz, por sua vez, não acenou com resposta alguma, positiva ou negativa. Afirmou sim, que pretende aumentar a Copa América, talvez um torneio único com a Concacaf. Em contrapartida, acha difícil conciliar 40 seleções de uma confederação com as dez da outra.
O negócio é que todo dirigente das bandas daqui parecem ter a mesma cabecinha. Leoz acha que seria necessário um torneio classificatório entre as seleções do Caribe. Por que não todos no mesmo balde?
Cara, só penso nisso, acho que estou ficando bitolado.
Quem faltava na festa
Acabo de encontrar a maior das aberrações entre campeonatos continentais. Acreditem ou não, a Copa das Nações Africanas acontece de dois em dois anos. Este ano já aconteceu, entre 24 de janeiro e 14 de fevereiro, foi na Tunísia, os donos da casa venceram.
O mais impressionante: tem até torneio classificatório para as finais do campeonato. Sempre disputada em anos ímpares, quando a Copa das Nações coincide com a Copa do Mundo, o torneio classificatório serve para as duas competições.
Estranho mas fácil de consertar, basta eliminar a edição que acontece no ano da Copa do Mundo.
O mais impressionante: tem até torneio classificatório para as finais do campeonato. Sempre disputada em anos ímpares, quando a Copa das Nações coincide com a Copa do Mundo, o torneio classificatório serve para as duas competições.
Estranho mas fácil de consertar, basta eliminar a edição que acontece no ano da Copa do Mundo.
segunda-feira, julho 26, 2004
Mais idéias absurdas
Mais uma idéia em relação à organização – melhor, reestruturação – do futebol mundial. Uma vez escrevi aqui que campeonatos continentais como a Copa América vem perdendo o interesse das seleções e dei algumas sugestões que eu não estarei vivo para ver funcionando.
Na verdade era uma cópia do sistema utilizado na Europa, onde acaba a Copa do Mundo e começam as eliminatórias da Eurocopa. Acaba a Eurocopa e começam as eliminatórias da Copa do Mundo. Por isso, o torneio europeu não perde o interesse. A Ásia já faz isso.
Duas confederações continentais sofrem mais com esse problema. A Oceania não tem seleções de expressão e sua Copa das Nações vale como eliminatória da Copa do Mundo e também a Copa das Confederações. A América do Sul tem duas das principais seleções do mundo, mas uma confederação com apenas dez países.
Unificação é a sugestão. Oceania se junta à Ásia. Conmebol (América do Sul) à Concacaf (América do Norte, Central e Caribe). Depois disso, é só seguir o calendário europeu, não necessariamente a parte em que o ano do futebol vai de agosto a maio, só o biênio Copa do Mundo/ campeonato continental.
Provavelmente os campeonatos já seriam mais interessantes só por isso, mas dá para ficar ainda melhor. A Copa das Confederações é considerada mais uma aberração do calendário da Fifa, um torneio que não vale nada e atrapalha os clubes.
Hoje, disputam o campeonato os seis campeões continentais, o campeão da Copa do Mundo e o país-sede. No mundo ideal a disputa encolheria, para apenas os quatro campeões continentais. Não haveria país sede e o quadrangular em turno e returno valeria uma vaga para a Copa do Mundo.
Cara, eu deveria ser presidente da Fifa.
Na verdade era uma cópia do sistema utilizado na Europa, onde acaba a Copa do Mundo e começam as eliminatórias da Eurocopa. Acaba a Eurocopa e começam as eliminatórias da Copa do Mundo. Por isso, o torneio europeu não perde o interesse. A Ásia já faz isso.
Duas confederações continentais sofrem mais com esse problema. A Oceania não tem seleções de expressão e sua Copa das Nações vale como eliminatória da Copa do Mundo e também a Copa das Confederações. A América do Sul tem duas das principais seleções do mundo, mas uma confederação com apenas dez países.
Unificação é a sugestão. Oceania se junta à Ásia. Conmebol (América do Sul) à Concacaf (América do Norte, Central e Caribe). Depois disso, é só seguir o calendário europeu, não necessariamente a parte em que o ano do futebol vai de agosto a maio, só o biênio Copa do Mundo/ campeonato continental.
Provavelmente os campeonatos já seriam mais interessantes só por isso, mas dá para ficar ainda melhor. A Copa das Confederações é considerada mais uma aberração do calendário da Fifa, um torneio que não vale nada e atrapalha os clubes.
Hoje, disputam o campeonato os seis campeões continentais, o campeão da Copa do Mundo e o país-sede. No mundo ideal a disputa encolheria, para apenas os quatro campeões continentais. Não haveria país sede e o quadrangular em turno e returno valeria uma vaga para a Copa do Mundo.
Cara, eu deveria ser presidente da Fifa.
domingo, julho 25, 2004
Copa América – Brasil 2 x 2 Argentina (pênaltis 4 x 2) – final
Foi um jogo difícil, como todos esperavam. No mesmo sentido de Brasil e Uruguai, esse foi o melhor jogo da Copa América.
A Argentina começou melhor no jogo, como o Uruguai, mas não deu o mesmo sufoco inicial no Brasil. A seleção brasileira, por sua vez, também criava oportunidades. Então aos 20 minutos, em uma das batidas de cabeça da defesa brasileira Luisão derrubou Lucho Gonzalez na área. Kily Gonzalez bateu e marcou.
O Brasil reagiu mas não muito. No último lance do primeiro tempo o Brasil empatou. Alex cobrou falta da esquerda e Luisão marcou de cabeça para se redimir.
O segundo tempo foi morno, com a Argentina dominando a bola a maior parte do tempo, mas criando poucas oportunidades como o Brasil.
Aos 42 minutos, os argentinos marcaram após erro de Renato, com Delgado. O título parecia perdido, os argentinos tentavam parar o jogo a todo o momento e até mesmo comemoravam por antecipação.
Então, novamente no último minuto, Diego lança da intermediária, Luis Fabiano não consegue dominar e a bola sobra para Adriano e domina e chuta para o fundo do gol.
O jogo termina, há alguma confusão, a disputa atrasa.
Quando começa, D’Alessandro chuta e Julio César defende. Adriano marca. Heize chuta o segundo pênalti argentino para fora. Edu, que jogou mal a Copa América inteira, marcou. Kily Gonzalez repete o feito do tempo normal e marca. Diego também. Sorín marca. Juan marca o gol do título.
O Brasil teve muitas dificuldades durante o jogo. A principal delas foi não poder fazer alterações táticas, pois as três substituições foram em virtude de contusão. Primeiro, Diego no lugar de Kleberson, depois Felipe no lugar de Alex e por último Cris no lugar de Luisão. Na verdade, neste momento quem sairia era Juan, também sentindo contusão, e ainda antes a alteração seria Julio Baptista no lugar de Edu, cansado.
O caso de Luisão foi o mais preocupante, pois em disputa aérea com Ayala, tomou uma cabeçada perto da nuca e precisou ser atendido. Continuou em campo, mas tonto, e minutos depois saiu, de maca, direto para a ambulância do estádio. Segundo informou um dos repórteres da Globo, estava tudo bem com o zagueiro.
A Argentina começou melhor no jogo, como o Uruguai, mas não deu o mesmo sufoco inicial no Brasil. A seleção brasileira, por sua vez, também criava oportunidades. Então aos 20 minutos, em uma das batidas de cabeça da defesa brasileira Luisão derrubou Lucho Gonzalez na área. Kily Gonzalez bateu e marcou.
O Brasil reagiu mas não muito. No último lance do primeiro tempo o Brasil empatou. Alex cobrou falta da esquerda e Luisão marcou de cabeça para se redimir.
O segundo tempo foi morno, com a Argentina dominando a bola a maior parte do tempo, mas criando poucas oportunidades como o Brasil.
Aos 42 minutos, os argentinos marcaram após erro de Renato, com Delgado. O título parecia perdido, os argentinos tentavam parar o jogo a todo o momento e até mesmo comemoravam por antecipação.
Então, novamente no último minuto, Diego lança da intermediária, Luis Fabiano não consegue dominar e a bola sobra para Adriano e domina e chuta para o fundo do gol.
O jogo termina, há alguma confusão, a disputa atrasa.
Quando começa, D’Alessandro chuta e Julio César defende. Adriano marca. Heize chuta o segundo pênalti argentino para fora. Edu, que jogou mal a Copa América inteira, marcou. Kily Gonzalez repete o feito do tempo normal e marca. Diego também. Sorín marca. Juan marca o gol do título.
O Brasil teve muitas dificuldades durante o jogo. A principal delas foi não poder fazer alterações táticas, pois as três substituições foram em virtude de contusão. Primeiro, Diego no lugar de Kleberson, depois Felipe no lugar de Alex e por último Cris no lugar de Luisão. Na verdade, neste momento quem sairia era Juan, também sentindo contusão, e ainda antes a alteração seria Julio Baptista no lugar de Edu, cansado.
O caso de Luisão foi o mais preocupante, pois em disputa aérea com Ayala, tomou uma cabeçada perto da nuca e precisou ser atendido. Continuou em campo, mas tonto, e minutos depois saiu, de maca, direto para a ambulância do estádio. Segundo informou um dos repórteres da Globo, estava tudo bem com o zagueiro.
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