Acho que nunca acompanhei uma Série C tão de perto. Inicialmente, o motivo foi o mesmo dos idos de 1999, quando eu estudava na Mooca e o Juventus chegou lá. Naquele ano o Moleque Travesso foi bem melhor, não lembro o quanto, mas acho que chegou perto da série B.
Neste ano, foi o último colocado do grupo 12 da primeira fase (num total de 16 grupos quadrangulares).
Em relação ao campeonato de 2005, houve uma mudança no regulamento, no qual a fase final (a quarta) teria um octogonal. O motivo? Bahia ou Vitória seriam eliminados um pelo outro. A intenção era deixar os dois subirem neste ano.
Os paulistas eram seis no começo. Além do Juventus, União Barbarense e América foram eliminados na primeira fase. Passaram para a segunda Noroeste, Grêmio Barueri e Rio Branco. Na terceira fase, não teve Rio Branco. Na quarta, não teve Noroeste.
No final, o Criciúma mostrou que fez a lição de casa e foi campeão da Série C. O Ipatinga confirmou o crescimento e fez este ano o que esteve perto no ano passado. O Vitória conseguiu também voltar à Série B. Na última rodada, dois times disputavam a quarta vaga.
Para decepção da CBF, nenhum deles era o Bahia. Eram Grêmio Barueri e Ferroviário, em confronto direto. O paulista era o favorito, pois tinha a vantagem do empate. Acabou vencendo, apesar da torcida contra da crônica esportiva.
Uns diziam que eram a favor do Nordeste, outros que eram contra o financiamento público do time, estranho como o feito para o São Caetano. Ok, até concordo com essa parte, mas pra mim é bem melhor ter mais paulistas na Série B. Afinal, a chance de ver uns jogos perdidos por aí fica bem maior.
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