Emoção no grupo B da Copa América. A Argentina, favorita por ser uma das únicas seleções a levar o time completo para o Peru, perdeu por um a zero do México. O Uruguai venceu o Equador por dois a um. Isso deixa México e Uruguai na liderança do grupo com quatro pontos e a Argentina em terceira com três.
Grandes chances de classificação dos três times para a segunda fase. O máximo que o Equador conseguiria fazer é empatar com a Argentina em pontos, o que deixaria o México ou Uruguai no mínimo em segundo, caso a Argentina vença o Uruguai. No entanto, nenhum placar pode ser previsto.
Já o grupo C está mais definido, como o grupo A. O Brasil venceu a Costa Rica por quatro a um e já está classificado. Paraguai e Chile empataram em um a um, e por isso os chilenos ainda têm chances de passar o Brasil na classificação.
Não assisti qualquer jogo inteiro, a não ser além de Brasil e Costa Rica. Sobre os outros jogos, fica o destaque para o bonito uniforme número dois do Paraguai: camisas e meias azuis, calções brancos.
A goleada do Brasil não significa avanços muito grandes. A seleção sofreu pra atacar no primeiro tempo e se bobeia (um pouco mais) toma gol. O primeiro gol, no final do primeiro tempo foi quase um “acidente”.
No segundo tempo a Seleção despertou para golear um adversário que não oferecia muita resistência. Tanto que os três gols foram marcados em seqüência, em poucos minutos. Depois o time relaxou de novo e acabou levando um gol também.
Parreira deixou claro como ele quer o ataque. Luís Fabiano e Vagner não jogam juntos. Nem Adriano e Ricardo Oliveira. Kleberson parece que não agradou muito, tanto que foi substituído por Dudu Cearense. Diego entrou bem novamente, no entanto, no lugar de Edu e não de Dudu (faltou o Du para completar o trio). Vagner não brilhou nem comprometeu.
segunda-feira, julho 12, 2004
sábado, julho 10, 2004
Copa América - dia 4
A Copa América começa a tomar seus rumos. O primeiro deles foi a classificação antecipada da Colômbia após a vitória por um a zero (mais um) contra a Bolívia. Pelo menos a segunda posição no grupo os atuais campeões já garantiram.
Disputam o primeiro lugar do grupo com os anfitriões. O Peru venceu a Venezuela por três a um e chegou a quatro pontos. A derrota não eliminou a Venezuela, que pode chegar a três pontos e terminar em terceiro. No entanto, com quatro pontos a Bolívia tem mais chances de chegar à segunda fase.
Não assisti aos jogos, mas não houve nenhuma surpresa. A Bolívia havia criado problemas para o Peru e quase segurou a Colômbia. A Venezuela quase segurou a Colômbia, mas sucumbiu ao Peru.
A Venezuela se confirma como fogo-de-palha e a Bolívia como chove-não-molha. O Peru também é chove-não-molha, mas é dono da casa e tem moral. A Colômbia não joga bem, mas impõe respeito. Se esses times caírem nas quartas-de-final também não será surpresa.
Disputam o primeiro lugar do grupo com os anfitriões. O Peru venceu a Venezuela por três a um e chegou a quatro pontos. A derrota não eliminou a Venezuela, que pode chegar a três pontos e terminar em terceiro. No entanto, com quatro pontos a Bolívia tem mais chances de chegar à segunda fase.
Não assisti aos jogos, mas não houve nenhuma surpresa. A Bolívia havia criado problemas para o Peru e quase segurou a Colômbia. A Venezuela quase segurou a Colômbia, mas sucumbiu ao Peru.
A Venezuela se confirma como fogo-de-palha e a Bolívia como chove-não-molha. O Peru também é chove-não-molha, mas é dono da casa e tem moral. A Colômbia não joga bem, mas impõe respeito. Se esses times caírem nas quartas-de-final também não será surpresa.
sexta-feira, julho 09, 2004
Copa América - dia 3
Evidentemente a qualidade técnica dos jogos da Copa América é menor que a da Eurocopa. Dos seis jogos da primeira rodada: três 1 a 0, dois 2 a 2 e um 6 a 1. Os jogos de ontem então, nem se fala.
Paraguai e Costa Rica, Brasil e Chile, protagonizaram dois jogos idênticos. Sem emoção nenhuma, pouquíssimas bolas perigosas, goleiros sem trabalho, gols nos últimos minutos. O Paraguai marcou aos 88 minutos; o Brasil, aos 90 + 1.
Acho que dessa vez o Chile se sentiu perdendo como o Brasil se sentiu empatando no último jogo das eliminatórias, há pouco mais de um mês.
Dos jogos em si, não tem muito que analisar. Paraguai e Costa Rica só vi os lances dos intervalos dos outros canais. Brasil e Chile eu assisti inteiro e o único lance que fez me manifestar foi o do gol.
Talvez eu possa comentar a atuação de Parreira, que Galvão Bueno e Casagrande fizeram questão de elogiar. Sim, as alterações deram certo sim, mas não muito. O Brasil não aumentou a pressão tanto quanto as mudanças previam.
O certo seria manter o time que terminou o jogo, exceto por Maicon, pois o Mancini deve ter saído pra ser poupado. Diego deve permanecer, assim como Ricardo Oliveira, que se deu melhor com Luís Fabiano.
Se essa escalação jogar mais junto e pegar um entrosamento melhor, temos boas chances de passar pela Argentina, seja nas quartas-de-final ou na semifinal (até porque se não for a Argentina, será o México).
Paraguai e Costa Rica, Brasil e Chile, protagonizaram dois jogos idênticos. Sem emoção nenhuma, pouquíssimas bolas perigosas, goleiros sem trabalho, gols nos últimos minutos. O Paraguai marcou aos 88 minutos; o Brasil, aos 90 + 1.
Acho que dessa vez o Chile se sentiu perdendo como o Brasil se sentiu empatando no último jogo das eliminatórias, há pouco mais de um mês.
Dos jogos em si, não tem muito que analisar. Paraguai e Costa Rica só vi os lances dos intervalos dos outros canais. Brasil e Chile eu assisti inteiro e o único lance que fez me manifestar foi o do gol.
Talvez eu possa comentar a atuação de Parreira, que Galvão Bueno e Casagrande fizeram questão de elogiar. Sim, as alterações deram certo sim, mas não muito. O Brasil não aumentou a pressão tanto quanto as mudanças previam.
O certo seria manter o time que terminou o jogo, exceto por Maicon, pois o Mancini deve ter saído pra ser poupado. Diego deve permanecer, assim como Ricardo Oliveira, que se deu melhor com Luís Fabiano.
Se essa escalação jogar mais junto e pegar um entrosamento melhor, temos boas chances de passar pela Argentina, seja nas quartas-de-final ou na semifinal (até porque se não for a Argentina, será o México).
quinta-feira, julho 08, 2004
Copa América - dias 1 e 2
A esvaziada Copa América começou na terça-feira e está tudo correndo naturalmente. Até agora nenhuma grande surpresa.
A Colômbia venceu a Venezuela por 1 a 0, normal para um time que se mostra decadente como o colombiano e outro que ainda tem muito o que melhorar, mesmo que venha fazendo sua melhor campanha em eliminatórias da Copa do Mundo.
O Peru, que estaria um pouco mais forte por jogar em casa, mostrou que é um time como os outros: fraco. Saiu perdendo para a Bolívia por 2 a 0 e depois chegou ao empate. Nada mau, melhor que perder diante do estádio de Lima completamente lotado.
Ontem, outros dois jogos. Chega até a ser uma pequena surpresa o Uruguai arrancar um empate em 2 a 2 com o México, depois de sair ganhando e o México virar o placar.
Talvez a maior surpresa tenha acontecido no jogo seguinte, em que a Argentina venceu o semi-badalado Equador por sonoros 6 a 1. A seleção equatoriana, que vai bem nas eliminatórias (em quinto lugar, iria para a repescagem), conseguiu equilibrar (ou segurar) a partida no primeiro tempo e ir para o intervalo só por 1 a 0. No começo do segundo conseguiu o empate e depois só deu Argentina (ou Saviola, que marcou três).
A Argentina se deu bem no começo do chamado “grupo da morte”. Sendo que, na verdade, nenhum grupo é muito forte...
A Colômbia venceu a Venezuela por 1 a 0, normal para um time que se mostra decadente como o colombiano e outro que ainda tem muito o que melhorar, mesmo que venha fazendo sua melhor campanha em eliminatórias da Copa do Mundo.
O Peru, que estaria um pouco mais forte por jogar em casa, mostrou que é um time como os outros: fraco. Saiu perdendo para a Bolívia por 2 a 0 e depois chegou ao empate. Nada mau, melhor que perder diante do estádio de Lima completamente lotado.
Ontem, outros dois jogos. Chega até a ser uma pequena surpresa o Uruguai arrancar um empate em 2 a 2 com o México, depois de sair ganhando e o México virar o placar.
Talvez a maior surpresa tenha acontecido no jogo seguinte, em que a Argentina venceu o semi-badalado Equador por sonoros 6 a 1. A seleção equatoriana, que vai bem nas eliminatórias (em quinto lugar, iria para a repescagem), conseguiu equilibrar (ou segurar) a partida no primeiro tempo e ir para o intervalo só por 1 a 0. No começo do segundo conseguiu o empate e depois só deu Argentina (ou Saviola, que marcou três).
A Argentina se deu bem no começo do chamado “grupo da morte”. Sendo que, na verdade, nenhum grupo é muito forte...
segunda-feira, julho 05, 2004
A nova ordem do futebol
Estava assistindo uma mesa-redonda no Sportv hoje, comentários sobre a final da Eurocopa. Parece que todo mundo tem uma simpatia por Portugal. Ou por Felipão. Todos falam indignados do esquema defesa-total empregado pela Grécia e pelo Once Caldas.
Luciano Dorim da Rádio Bandeirantes também colocou o Santo André no mesmo saco de gatos sem lembrar que este time fez partidas com seis ou oito gols (4 x 4 e 3 x 3 contra Palmeiras), ou então derrotas em casa e vitórias fora.
Um dos comentaristas do Sportv até reclamava que o futebol fica feio nesse esquema. Outro lembrou que o Uberlândia foi campeão brasileiro de basquete desse jeito. “Basquete tudo bem, futebol não”. Imagino que quando começaram a usar essa tática no basquete muita gente reclamou também. Por que seria diferente no futebol? Futsal é assim, ué...
A diferença é que futebol se joga num campo muito grande e há mais espaços abertos, mesmo com muitos atletas em cada time. Uma quadra de basquete é aproximadamente quatro vezes menor (ou mais) que um campo de futebol, mas tem só a metade dos atletas. Muito mais fácil retrancar e não ser furado.
No futebol de campo foi mais difícil um time conseguir isso. A Itália sempre foi taxada de retanqueira, mas também sempre teve bons atacantes: o ataque funcionava e a retranca nem sempre. Finalmente dois conseguiram. A Grécia com mais qualidade que o Once Caldas. A Grécia ataca mais e com mais perigo. Mas a retranca funciona bem nos dois times.
Abriu-se um precedente. Técnicos vão começar a tentar copiar esses times à exaustão até conseguir a mesma eficiência. Quem sabe um dia nos acostumamos. Talvez um dia o futebol seja como basquete ou handebol. Um só ataca, outro só defende. Quem ataca fica trocando passes na entrada da área, quem defende tenta bloquear. Vai ser muito chato.
O futebol tem esse diferencial, ser mais dinâmico. Acho que só uma medida radical pode conter o avanço dessa tática. Duvido que isso aconteça, mas a mudança da está mais próxima que nunca. Será que agora o futebol será jogado com apenas dez atletas em campo?
Luciano Dorim da Rádio Bandeirantes também colocou o Santo André no mesmo saco de gatos sem lembrar que este time fez partidas com seis ou oito gols (4 x 4 e 3 x 3 contra Palmeiras), ou então derrotas em casa e vitórias fora.
Um dos comentaristas do Sportv até reclamava que o futebol fica feio nesse esquema. Outro lembrou que o Uberlândia foi campeão brasileiro de basquete desse jeito. “Basquete tudo bem, futebol não”. Imagino que quando começaram a usar essa tática no basquete muita gente reclamou também. Por que seria diferente no futebol? Futsal é assim, ué...
A diferença é que futebol se joga num campo muito grande e há mais espaços abertos, mesmo com muitos atletas em cada time. Uma quadra de basquete é aproximadamente quatro vezes menor (ou mais) que um campo de futebol, mas tem só a metade dos atletas. Muito mais fácil retrancar e não ser furado.
No futebol de campo foi mais difícil um time conseguir isso. A Itália sempre foi taxada de retanqueira, mas também sempre teve bons atacantes: o ataque funcionava e a retranca nem sempre. Finalmente dois conseguiram. A Grécia com mais qualidade que o Once Caldas. A Grécia ataca mais e com mais perigo. Mas a retranca funciona bem nos dois times.
Abriu-se um precedente. Técnicos vão começar a tentar copiar esses times à exaustão até conseguir a mesma eficiência. Quem sabe um dia nos acostumamos. Talvez um dia o futebol seja como basquete ou handebol. Um só ataca, outro só defende. Quem ataca fica trocando passes na entrada da área, quem defende tenta bloquear. Vai ser muito chato.
O futebol tem esse diferencial, ser mais dinâmico. Acho que só uma medida radical pode conter o avanço dessa tática. Duvido que isso aconteça, mas a mudança da está mais próxima que nunca. Será que agora o futebol será jogado com apenas dez atletas em campo?
Eurocopa - Portugal 0 x 1 Grécia - final
Deu zebra de novo. Aliás, depois de tudo isso não é mais zebra não. Há de se reconhecer a competência da equipe grega. Extremamente dedicada no esquema tático defensivo, com lampejos bem-sucedidos no ataque, a Grécia conquistou a Eurocopa na casa do adversário da final, Portugal.
Não tem muito o que dizer, é só ler os posts dos jogos contra a República Tcheca e a França (no EmaEmaEma). A história é a mesma. O que muda é a postura dos times adversários. A França mereceu a derrota pela apatia. A República Tcheca merecia vencer. Portugal não merecia perder.
Todos os comentaristas insistem em dizer que a surpresa não é tão grande se formos olhar a campanha dos gregos na fase classificatória, em que mandaram a Espanha para a repescagem. Só não dava pra imaginar que chegariam tão longe. Times do mundo inteiro: lá vem a Grécia rumo ao campeonato mundial em 2006.
Não tem muito o que dizer, é só ler os posts dos jogos contra a República Tcheca e a França (no EmaEmaEma). A história é a mesma. O que muda é a postura dos times adversários. A França mereceu a derrota pela apatia. A República Tcheca merecia vencer. Portugal não merecia perder.
Todos os comentaristas insistem em dizer que a surpresa não é tão grande se formos olhar a campanha dos gregos na fase classificatória, em que mandaram a Espanha para a repescagem. Só não dava pra imaginar que chegariam tão longe. Times do mundo inteiro: lá vem a Grécia rumo ao campeonato mundial em 2006.
sexta-feira, julho 02, 2004
Taça Libertadores da América - Once Caldas 1 x 1 Boca Juniors (2 x 0 - pênaltis)
Não vi o jogo, não posso dar opinião muito grande, mas... O futebol feio venceu, aquele timinho do Once Caldas empatou com o Boca Juniors em 1 a 1 e venceu a disputa de pênaltis por 2 a zero. Hein? Dois a zero? Sim, o Boca bateu quatro pênaltis e perdeu todos. O Once bateu três e marcou dois. Até a disputa de pênaltis dessa final foi fraca. Lamentável.
Grécia 1 x 0 República Tcheca
Mais uma vez valeu a surpresa na Eurocopa. A Grécia venceu o melhor time da competição e se classificou para a final (FINAL!) da competição contra Portugal. O mesmo jogo que abriu o campeonato vai fechar. O Grupo A dominou Eurocopa. Aliás, das quartas-de-final para as semifinais já haviam ficado somente times do Grupo A e D.
A seleção tcheca dominou a partida, como a França, mas atacou melhor e teve chances mais claras. No entanto, a Grécia se segurou bem, contou com a sorte e levou o jogo para a prorrogação.
No último minuto do primeiro tempo da prorrogação (115 minutos + 1) a Grécia marcou o gol de prata com o zagueiro Dellas após cobrança de escanteio. A República Tcheca não teve nem tempo de dar a saída de bola. Pelo regulamento da competição, se um time estiver em vantagem no final do primeiro tempo da prorrogação é declarado vencedor.
A decepção era evidente no rosto dos jogadores tchecos. O mais decepcionado parecia o atacante Köhler, que quase dava cabeçadas na trave.
A seleção tcheca dominou a partida, como a França, mas atacou melhor e teve chances mais claras. No entanto, a Grécia se segurou bem, contou com a sorte e levou o jogo para a prorrogação.
No último minuto do primeiro tempo da prorrogação (115 minutos + 1) a Grécia marcou o gol de prata com o zagueiro Dellas após cobrança de escanteio. A República Tcheca não teve nem tempo de dar a saída de bola. Pelo regulamento da competição, se um time estiver em vantagem no final do primeiro tempo da prorrogação é declarado vencedor.
A decepção era evidente no rosto dos jogadores tchecos. O mais decepcionado parecia o atacante Köhler, que quase dava cabeçadas na trave.
quinta-feira, julho 01, 2004
Grécia x República Tcheca
Começou. Vou torcer pela República Tcheca, como desde o início do torneio. Mas não vou ficar triste se a Grécia ganhar. Peguei simpatia depois da vitória contra a França. Tchau, vou assistir.
Flamengo 0 x 2 Santo André, parte 1
Ontem o Flamengo comprovou o quanto o time é incompetente. Qualquer time da primeira divisão tem a obrigação de vencer um da segunda. Mas o time carioca mostrou que merece estar na segunda no ano que vem também.
O rubro-negro veio a São Paulo e arrancou um empate em dois a dois com o Santo André no Palestra Itália. Conseguiu uma boa vantagem, empates por zero a zero ou um a um levariam o título para o Rio.
O Santo André entrou em campo com a tática de segurar o zero a zero no primeiro tempo e o Flamengo foi incapaz de fazer melhor que o time do ABC. No fim do primeiro tempo o Ramalhão tinha atingido seu primeiro objetivo.
O primeiro tempo foi ruim. Tão ruim que no intervalo da Globo só foram mostrados três lances. Na verdade nenhum dos dois goleiros fez defesa alguma.
No segundo tempo foi para o ataque como precisava, pois estava em desvantagem. Logo aos 52 minutos marcou o primeiro com Sandro Gaúcho de cabeça após cobrança de escanteio.
O Flamengo tentou reagir, mas não conseguiu. Chegou algumas vezes ao gol do Santo André, com pouco perigo. Enquanto o time do ABC se segurava, tentava alguns contra-ataques.
Em um deles, aos 69 minutos Elvis recebeu cruzamento de Osmar e chutou fraco. Julio César aceitou. O Flamengo voltou à carga, mas todos os ataques pararam na mão do outro Julio César. Fim de jogo, Santo André campeão da Copa do Brasil, classificado para a Libertadores da América e ainda mais motivado para recuperar os pontos perdidos no tapetão da Série B do Brasileiro.
O Flamengo vai ainda mais para o fundo do poço. Um time que só contava com dois jogadores um pouco melhores deve perder o meio-campo Felipe, negociado. Só o Julio César não pode salvar o time. Não duvido que o técnico Abel Braga caia ainda nesta madrugada.
Vide parte dois em Cada qual com seus probrema!.
O rubro-negro veio a São Paulo e arrancou um empate em dois a dois com o Santo André no Palestra Itália. Conseguiu uma boa vantagem, empates por zero a zero ou um a um levariam o título para o Rio.
O Santo André entrou em campo com a tática de segurar o zero a zero no primeiro tempo e o Flamengo foi incapaz de fazer melhor que o time do ABC. No fim do primeiro tempo o Ramalhão tinha atingido seu primeiro objetivo.
O primeiro tempo foi ruim. Tão ruim que no intervalo da Globo só foram mostrados três lances. Na verdade nenhum dos dois goleiros fez defesa alguma.
No segundo tempo foi para o ataque como precisava, pois estava em desvantagem. Logo aos 52 minutos marcou o primeiro com Sandro Gaúcho de cabeça após cobrança de escanteio.
O Flamengo tentou reagir, mas não conseguiu. Chegou algumas vezes ao gol do Santo André, com pouco perigo. Enquanto o time do ABC se segurava, tentava alguns contra-ataques.
Em um deles, aos 69 minutos Elvis recebeu cruzamento de Osmar e chutou fraco. Julio César aceitou. O Flamengo voltou à carga, mas todos os ataques pararam na mão do outro Julio César. Fim de jogo, Santo André campeão da Copa do Brasil, classificado para a Libertadores da América e ainda mais motivado para recuperar os pontos perdidos no tapetão da Série B do Brasileiro.
O Flamengo vai ainda mais para o fundo do poço. Um time que só contava com dois jogadores um pouco melhores deve perder o meio-campo Felipe, negociado. Só o Julio César não pode salvar o time. Não duvido que o técnico Abel Braga caia ainda nesta madrugada.
Vide parte dois em Cada qual com seus probrema!.
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