Evidentemente a qualidade técnica dos jogos da Copa América é menor que a da Eurocopa. Dos seis jogos da primeira rodada: três 1 a 0, dois 2 a 2 e um 6 a 1. Os jogos de ontem então, nem se fala.
Paraguai e Costa Rica, Brasil e Chile, protagonizaram dois jogos idênticos. Sem emoção nenhuma, pouquíssimas bolas perigosas, goleiros sem trabalho, gols nos últimos minutos. O Paraguai marcou aos 88 minutos; o Brasil, aos 90 + 1.
Acho que dessa vez o Chile se sentiu perdendo como o Brasil se sentiu empatando no último jogo das eliminatórias, há pouco mais de um mês.
Dos jogos em si, não tem muito que analisar. Paraguai e Costa Rica só vi os lances dos intervalos dos outros canais. Brasil e Chile eu assisti inteiro e o único lance que fez me manifestar foi o do gol.
Talvez eu possa comentar a atuação de Parreira, que Galvão Bueno e Casagrande fizeram questão de elogiar. Sim, as alterações deram certo sim, mas não muito. O Brasil não aumentou a pressão tanto quanto as mudanças previam.
O certo seria manter o time que terminou o jogo, exceto por Maicon, pois o Mancini deve ter saído pra ser poupado. Diego deve permanecer, assim como Ricardo Oliveira, que se deu melhor com Luís Fabiano.
Se essa escalação jogar mais junto e pegar um entrosamento melhor, temos boas chances de passar pela Argentina, seja nas quartas-de-final ou na semifinal (até porque se não for a Argentina, será o México).
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