Quando falei do meu desinteresse pelo Mundial de Basquete, justifiquei falando do horário dos jogos. Nesse Mundial de Vôlei, assisti duas partidas na primeira fase, mais duas na segunda, mais as finais (ok, a finalíssima foi de manhã).
Ao contrário da seleção feminina, a masculina não pipoca no final. Perdemos um jogo para a França (um dos que não vi) e depois as coisas entraram nos eixos. Alguns apagões pontuais em alguns sets e só.
Além disso, o time teve uma ascenção a partir da derrota. Tá, logo depois da França teve jogo-treino contra o sparring que é a Austrália, mas contra a Alemanha, tiramos a invencibilidade deles. Estados Unidos e República Tcheca acabaram sendo jogos fáceis também.
Aí viriam duas pedreiras. Uma derrota para a Itália decretaria a eliminação, mas a vitória veio fácil. Depois tiramos a invencibilidade de mais um time, a Bulgária, para ficar à frente no grupo e pegar um time teoricamente mais fácil, a Sérvia e Montenegro.
Na final, atropelamos a também até então invicta Polônia. O primeiro set foi arrasador, o segundo mostrou poder de reação e o terceiro já teve poloneses abatidos e brasileiros até certo ponto relaxados. Melhor era ver a cara dos adversários com expressões tipo "eu sou maior que esse cara, como eu não seguro ele?".
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Um comentário:
Ridiculo mesmo é a Russia ter dois premiados e o Brasil apenas 1...
fala serio... o serginho é muito melhor do que aquele russo.... e o Ricardinho perder a eleição de melhor levantador é absurdo... o Polones é tão bom que não conseguiu fazer nada no jogo mais importante do torneio... isso não é ser o melhor... pau no cú das estatisticas...
AHSUUHAHUAHU
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